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Sucessão de André Silva. Deputada vai liderar o PAN

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Sucessão de André Silva. Deputada vai liderar o PAN

Subscrever Em terceiro candidata-se Pedro Neves, deputado eleito à Assembleia Regional dos Açores, e em quarto Nelson Silva, deputado do PAN na Assembleia Municipal de Odivelas, que vai integrar o grupo parlamentar na Assembleia da República a partir de junho, com a saída de André Silva

Na segunda-feira, através de uma publicação na rede social Facebook, a atual líder parlamentar do PAN disse ter escolhido pessoas “fortemente empenhadas e mobilizadas para abraçar este desafio” de renovar o partido, numa altura “em que um ciclo se fecha e outro se abre”

“Queremos manter-nos fiéis às nossas causas, como sendo o combate à crise climática, a preservação dos ecossistemas e da biodiversidade, a proteção e o bem-estar animal, o combate às desigualdades sociais que ainda persistem, a promoção da inclusão e a erradicação de todas as formas de violência”, adiantou Inês Sousa Real

Em 20 de março, quando anunciou a sua candidatura, a deputada adiantou que uma das propostas que vai apresentar será a limitação de qualquer porta-voz a três mandatos (seis anos), através de uma alteração aos estatutos do partido

Na altura, Inês Sousa Real indicou ainda que, se for eleita líder do PAN, irá pôr à disposição o lugar de líder parlamentar e, ainda que ressalvando que a decisão terá de ser tomada entre os três deputados do grupo parlamentar, considerou que Bebiana Cunha é a “solução natural” para o lugar, pois “está há mais tempo na Assembleia da República”

A proposta de alteração aos estatutos do PAN subscrita pela candidata a porta-voz prevê a constituição de um Conselho Disciplinar e uma Secretaria Nacional Permanente, bem como a abertura da Comissão Política Nacional às estruturas distritais e regionais

A proposta prevê ainda a constituição de um Conselho Disciplinar, órgão “composto por três ou cinco membros” designados pela direção

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Inês Sousa Real, líder parlamentar do PAN, vai suceder a André Silva na liderança do partido. O prazo para envio de listas candidatas à Comissão Política Nacional e as respetivas moções globais de estratégia terminou na sexta-feira à noite e Inês Sousa Real foi a única candidata a apresentar-se à sucessão de André Silva, que vai deixar a presidência do partido e renunciar ao mandato parlamentar invocando razões familiares e a defesa do princípio da limitação de mandatos.

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O VIII Congresso do PAN está marcado para 5 e 6 de junho, em Tomar. A lista de membros à Comissão Política Nacional do PAN tem o lema “As causas primeiro”, vai a votos no congresso de junho e conta com a deputada Bebiana Cunha em segundo lugar, além de 11 novos membros

Na lista, enviada à imprensa, Inês Sousa Real avança com 11 nomes novos, mantendo 16 dos 27 membros efetivos ainda em funções na Comissão Política Nacional (direção), entre eles a deputada à Assembleia da República Bebiana Cunha, em segundo lugar

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Na segunda-feira, através de uma publicação na rede social Facebook, a atual líder parlamentar do PAN disse ter escolhido pessoas “fortemente empenhadas e mobilizadas para abraçar este desafio” de renovar o partido, numa altura “em que um ciclo se fecha e outro se abre”

“Queremos manter-nos fiéis às nossas causas, como sendo o combate à crise climática, a preservação dos ecossistemas e da biodiversidade, a proteção e o bem-estar animal, o combate às desigualdades sociais que ainda persistem, a promoção da inclusão e a erradicação de todas as formas de violência”, adiantou Inês Sousa Real

Em 20 de março, quando anunciou a sua candidatura, a deputada adiantou que uma das propostas que vai apresentar será a limitação de qualquer porta-voz a três mandatos (seis anos), através de uma alteração aos estatutos do partido

Na altura, Inês Sousa Real indicou ainda que, se for eleita líder do PAN, irá pôr à disposição o lugar de líder parlamentar e, ainda que ressalvando que a decisão terá de ser tomada entre os três deputados do grupo parlamentar, considerou que Bebiana Cunha é a “solução natural” para o lugar, pois “está há mais tempo na Assembleia da República”

A proposta de alteração aos estatutos do PAN subscrita pela candidata a porta-voz prevê a constituição de um Conselho Disciplinar e uma Secretaria Nacional Permanente, bem como a abertura da Comissão Política Nacional às estruturas distritais e regionais

A proposta prevê ainda a constituição de um Conselho Disciplinar, órgão “composto por três ou cinco membros” designados pela direção

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